Por Cláudio Humberto/DP
Têm origem nas mesmas forças políticas de esquerda que saquearam o BRB sem piedade, em gestões passadas, os ataques ao governo do DF contra a decisão estratégica de adquirir o Banco Master, convertendo-se em um banco maior, mais completo e bem mais valioso. Os ataques são produto também de ignorância e caradurismo. Ao assumir o governo, em janeiro de 2019, Ibaneis Rocha (MDB) viu a Polícia Federal prendendo, na operação Circus Maximus, ex-diretores do BRB do governo socialista, que ele havia derrotado, por receberem propina de R$40 milhões.
Fim dos escândalos
Desde então, o banco deixou de ser saqueado. Escândalos saíram da rotina do BRB, em razão de rígidos mecanismos de controle/compliance.
Diretores presos
Entre os presos do governo socialista, estava o então presidente do BRB, Vasco Cunha Gonçalves, e mais 13 diretores e outros suspeitos.
Um banco nacional
Para Ibaneis, não era caso de privatizar e sim de recuperar o BRB, que deixaria de ser regional para virar um banco presente em 95% do Brasil.
Parceria campeã
Com muito trabalho e foco, como diz Ibaneis, o valor de mercado do BRB multiplicou. Só a parceria com Flamengo rendeu 3,5 milhões de clientes.
(Foto: Reprodução/TV Globo)