
“A espantosa realidade das coisas é a minha descoberta de todos os dias. Cada coisa é o que é. E é difícil explicar a alguém quanto isso me alegra, e quanto isso me basta. Basta existir para se ser completo.” BOM DIA
É gratificante lembrarmos: somos importantes para Deus, não nascemos do acaso, somos frutos do seu amor plantados aqui na terra para produzir frutos! Deus não nos criou para sermos meros viventes, fomos moldados na forma do seu amor, criados para relacionar com Ele e esta relação entre Criador e criatura se consolidou por meio de Jesus… No evangelho proposto para a nossa reflexão no dia de hoje, Jesus, já prestes a ser entregue as autoridades que iria condená-lo e mata-lo, conforta seus discípulos, lhes assegurando, de que a sua volta para o Pai, não poria fim na sua ligação com eles. E para exemplificar a forma a qual, eles permaneceriam unidos, Jesus o compara com uma videira, da qual brotam os ramos. Com essa comparação, Jesus diz que Ele é o tronco e nós somos os ramos de onde brotam as folhas, flores, cada qual, exercendo funções diferentes, mas todas com o mesmo objetivo: produzir frutos, ou seja, expandir o Reino de Deus aqui na terra! O texto nos fala claramente da importância da ligação entre humano e Divino, é desta ligação, que nascem os frutos tão necessários para que a vida de Jesus se prolongue através de nós aqui na terra… “Eu sou a videira e vós os ramos.” Porque será que Jesus se comparou com a videira, e não com uma outra arvore? Provavelmente, porque a videira para os judeus, era considerada uma planta nobre e segundo a crença deles, Israel era simbolizada por uma videira plantada por Deus na terra prometida. Os judeus acreditavam, que se eles, se mantivessem ligados a Israel, simbolizada pela videira, eles estariam ligados a Deus. Da mesma forma, Jesus quis dizer, que se nós, permanecermos ligados a Ele que é o tronco, estaremos ligados a Deus… A nossa ligação com Jesus, que a princípio é pessoal, só se consolida, quando vivemos dentro do espírito da partilha inseridos na comunidade cristã, do contrário, somos ramos separados do tronco, não produzimos frutos, para nada serviremos. Quanto mais conhecemos os ensinamentos de Jesus, maior é o nosso compromisso com a vida, e mais seremos podados! Quantos de nós, somos ramos viçosos, com muitas folhas, flores, mas somos ramos estéreis, bonitos, mas improdutíveis, por não nos alimentarmos da seiva que vem do tronco, ou seja, da “seiva” que é Jesus! Quando os nossos excessos, começam a nos impedir de produzir frutos, é sinal de que estamos precisados de uma boa poda. Essas “podas” podem serem muito doídas, pois temos dificuldades em ouvir certas verdades, em desfazer de alguma coisa, mas essas podas nos fazem um bem enorme, retira a nossa vaidade a nossa mania de grandeza e livres de tudo isso, voltamos a sermos ramos férteis, produtivos… Aceitar as podas feitas pelo o jardineiro Maior que é Jesus, é o primeiro passo de quem deseja produzir frutos em abundancia… Para que a palavra de Deus frutifique no mundo através de nós, precisamos estar sempre ligados a Jesus, por nós mesmos, não produzimos fruto algum. Viver em sintonia com Jesus, é ter a certeza de que nunca seremos vencidos pelas as forças do mal. A nossa opção por Jesus, tem que ser radical, pois só assim, permaneceremos Nele e Ele em nós…
QUE DEUS ABENÇOE A TODOS!
FIQUEM NA PAZ DE JESUS!
Reflexão de Olivia Coutinho
Por Olívia Coutinho
“Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” (Lv19,18) Próximo, não é somente aquele que está próximo de nós geograficamente. “Próximo” dentro deste contexto, se trata de uma proximidade antropológica de raça. Portanto, todo ser humano, independente de onde ele esteja, é nosso próximo… Amemo-lo como Jesus nos pede…
Hoje, a Igreja celebra a festa dos apóstolos Filipe e Tiago. Nesta festa, Jesus, mais uma vez, nos tranquiliza, dizendo-nos que Ele é o único caminho que nos leva ao Pai! Olhando para o nosso futuro com os olhos da fé, já podemos visualizar o nosso encontro com o Pai! Por Jesus, este encontro já está garantido, já que pela a cruz, Ele se fez caminho para nos levar ao Pai. O que não podemos, é nos distrair com as coisas do mundo e com isso nos desviar do caminho que nos leva ao Pai… Por meio de Jesus, Deus entrou na nossa vida e pela Cruz, Ele quebrou as muralhas que separava a criação do seu Criador! A palavra de Deus, que chega até a nós, no evangelho de hoje, nos mostra mais uma vez, a paciência de Jesus para com os seus discípulos, estes, tinham muitas dificuldades em entender o seu messianismo. Jesus estava sempre orientando-os, queria que eles tivessem ideias claras sobre sua pessoa, a sua missão e o sentido da sua presença no mundo. Era preciso prepara-los bem, afinal, seriam eles, os encarregados em dar continuidade a sua missão aqui na terra, levando adiante os seus ensinamentos através da palavra e do testemunho… Ver o Pai, era o grande desejo dos discípulos e bastaria que eles dessem um passo a mais na fé, para que eles pudessem visualizar a face humana do Pai, na pessoa de Jesus. Conhecer Jesus, é a única forma de conhecer o Pai, não, por meio de conhecimentos teóricos, e sim, pela a fé e o testemunho dos apóstolos. Hoje, podemos afirmar que é graças a este cuidado de Jesus para com os seus primeiros colaboradores, que nós desfrutamos da alegria de conhecer Jesus, de permanecer no seu amor… Jesus não veio ao mundo para falar de si mesmo, Ele veio falar das coisas do Pai e não há nada no Pai, que não encontramos no Filho! As obras realizadas por Jesus, são obras do Pai, obras, que hoje, Ele continua realizando através de seus seguidores. As primeiras palavras do texto, mostra-nos a resposta de Jesus a uma pergunta do apóstolo Tomé (Jo14,5): “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim.” Esta afirmação de Jesus, nos apontam horizontes, nos faz enxergar e a seguir a vereda segura que nos levará a felicidade Plena. A Luz verdadeira, é aquela que nos conduz ao Pai, Jesus é esta Luz, Ele é a Luz do mundo, segui-lo, é caminhar em direção ao Pai…
QUE DEUS ABENÇOE A TODOS!
FIQUEM NA PAZ DE JESUS!
Reflexão de Olivia Coutinho
Na vida, tudo tem seu tempo, se um dia um temporal desaba sobre nós, no outro, o sol volta a brilhar! Jesus é o sol que seca nossas lágrimas, o arco-íris que dá colorido a nossa vida.
O amor da menina por Jesus, começou bem cedo, ainda um bebê, no colo da sua mãe, ela já O reconhecia numa cruz e pra Ele já sorria! Aprendeu desde novinha, a chamá-Lo pelo o nome e a buscá-Lo com o olhar, quando via uma cruz vazia, ela logo perguntava: Cadê Jesus? Dos seus pais, a menina sempre tinha as respostas que buscava! Respostas estas, que ela guardava no seu coração pequenino e já tão cheio de amor por Jesus! O domingo pra menina, era dia de alegria: levantar bem cedinho, pra ir à missa com seus pais e irmãozinhos! Escolhia o vestido mais bonito, pra encontrar-se com Jesus! A caminhada era longa, mas cheia de alegrias com risos e brincadeiras, caminhavam todos juntos, formando uma linda procissão rumo à igrejinha do Rosário, que ficava bem distante! Grande era sua alegria, quando de longe avistava as primeiras casas da cidadezinha ao pé da serra! Com seus passos bem curtinhos e com bastante cuidado pra não sujar os sapatinhos brancos, a menina, radiante de alegria, não via a hora de entrar na igrejinha! De cumprimentar Jesus lá no sacrário, ela nunca esquecia, porém, prestar atenção na missa como seu pai recomendava, ela nunca conseguia! Além da ansiedade de chegar a hora de colocar as moedinhas no cestinho das ofertas, ela sempre distraia viajando nas suas imaginações! Imaginava ela morando bem pertinho da igrejinha, colhendo flores no jardim ainda no frescor das manhãs, pra ofertar à Jesus, e o quanto a faria feliz, se pudesse todo dia fazer companhia a este seu grande amigo! Na sua inocência, ela imaginava, que Jesus ficava triste toda vez que a missa terminava e o povo ia embora deixando Ele sozinho! Um desejo muito grande crescia no coração da menina, desejo este, que se realizou numa linda manhã de domingo: junto com várias crianças, ela fez a experiência mais bonita de um cristão: a primeira comunhão! E assim, a menina ia crescendo sempre amiga de Jesus, aprendendo com seus pais a amá-Lo sempre mais… Minhas primeiras experiências com Jesus…Olivia Coutinho
Para o mundo, ser grande é possuir bens, ter fama, poder, já para Deus, ser grande é tornar-se pequeno, é ser servidor do outro… A grandeza de uma pessoa, não está no que ela possui e sim, no que ela é, na sua capacidade de amar… No evangelho que a liturgia de hoje nos convida a refletir, Jesus, depois de uma aula prática para os discípulos, lavando seus pés, numa atitude de humildade e serviço, orienta-os, no sentido de conscientizá-los de que a missão, confiada a eles, deveria ser exercida no espírito da humildade e do serviço. Jesus conhecia a fundo, os seus escolhidos, sabia de suas qualidades, mas conhecia também as suas fraquezas por isto Ele estava sempre alertando-os sobre o perigo da vaidade, deles se deixarem contaminar pela mentalidade do mundo, e transformarem a autoridade a eles outorgada, em vaidade. Esses alertas de Jesus, valem também para nós, que somos os discípulos de hoje, principalmente para os que exerce cargos de lideranças na Igreja. Quando lavou os pés dos discípulos, Jesus inverteu o sentido da autoridade, mostrando-nos que a autoridade de quem recebe um cargo de liderança, é estar por baixo e não por cima; é servir e não ter a pretensão de ser servido. Toda autoridade é “poder para servir.” Numa comunidade, cujo centro é Jesus, um líder, não se destaca pela a sua autoridade, e sim, pelo o seu amor a Jesus transformado em serviço… Lavando os pés, até mesmo do seu traidor, Jesus nos ensina que não devemos escolher a quem servir, devemos servir a todos sem distinção, até mesmo os nossos inimigos, Ele nos mostrou, com as suas atitudes, a importância de nos entregarmos ao amor serviço, de vivermos a humildade… “O servo não está acima do seu senhor e o mensageiro não é maior que aquele que o enviou.” Se Jesus, o Mestre de todos os mestres, se inclinou para lavar os pés dos discípulos, nós também, devemos fazer o mesmo. Um líder, quando comprometido com a causa do Reino, não busca honrarias, o que ele quer mesmo, é servir, nada além de servir. “Quem recebe aquele que eu enviar, me recebe a mim; e quem me recebe, recebe aquele que me enviou.” Com essas palavras, Jesus enfatiza a importância de acolher os seus enviados, aqueles que vêm nos trazer o recado de Deus, e que geralmente, são pessoas simples, pessoas que se prontificam a propagar o evangelho, na intensão de colocar o povo mais próximo de Deus. Um enviado de Jesus, não deve ter a pretensão de chamar a atenção para si mesmo, e sim, para aquele que o envio, a palavra que sai de sua boca, não é sua, é Deus falando através de seu mensageiro! A humildade é a característica marcante de quem continua a presença de Jesus aqui na terra, é a virtude que mais nos aproxima da perfeição, que nos torna parecidos com Jesus, mas é importante compreendermos: ninguém é humilde de nascença, uma pessoa vai se tornando humilde, à medida em que ela reconhece as suas imperfeições, a sua dependência de Deus… Como continuadores da missão de Jesus aqui na terra, devemos nos espelhar Nele, e para que a nossa missão produza frutos, precisamos esvaziar de nós mesmos para nos encher da graça de Deus. A graça de Deus é a força motivadora que nos possibilita viver a nossa humanidade de forma Divina…
QUE DEUS ABENÇOE A TODOS!
FIQUEM NA PAZ DE JESUS!
Reflexão de Olivia Coutinho
São muitos, os que permanecem fechados nas suas “verdades” não querendo enxergar a verdade que liberta que é Jesus! E assim, estes, vão perdendo a oportunidade de fazer a experiência bonita do amor de Deus, no seguimento a Jesus! O evangelho proposto para a nossa reflexão no dia de hoje, começa falando da insistência dos judeus em querer que Jesus dissesse abertamente se Ele era mesmo o Messias, mas Jesus recusa em respondê-los, afinal, Ele já havia revelado como o Filho de Deus através das obras que Ele realizava, que eram as obras do Pai! “Se tu és o Messias, dize-nos abertamente.” Jesus responde: “As obras que eu faço em nome do meu Pai, dão testemunho de mim; vós, porém, não acreditais, porque não sois das minhas ovelhas.” Ser ovelha, no Rebanho do Senhor, dentro deste contexto, significa ser íntimo de Jesus, portanto, esses judeus, não pertenciam ao seu rebanho, não, que Jesus os rejeitasse, mas por causa da dureza de seus corações. Quem tem o coração endurecido, é fechado à graça de Deus, não acolhe o dom da fé, por isto, não elege Jesus como o Senhor da sua vida. É pela fé, que reconhecemos Jesus como o nosso Bom Pastor, o Senhor da nossa vida! No texto, Jesus deixa claro a sua intimidade com os que acolhe o dom da fé, a estes, Ele chama de “minhas ovelhas” uma forma carinhosa que Jesus usava, para dirigir aos que haviam aderido a sua proposta e também, aos que viriam a aderi-la por causa do testemunho de seus seguidores… Ao se colocar como o Bom Pastor, Jesus deixa claro, que Ele é um Pastor, extremamente cuidadoso com o seu rebanho, só quer o bem de suas ovelhas, mesmo daquelas que vez por outra lhes são ingratas… Ao contrário dos que se dizem pastores, mas não tem compromisso com o seu rebanho, os que exploram as suas ovelhas, Jesus é um Pastor solícito e acolhedor, Ele conhece cada ovelha pelo o nome, sabe quais são as suas necessidades. Como o Bom Pastor, Jesus nunca ilude as suas ovelhas com promessas de vida fácil, mas lhes garante segurança, colocando-se pronto para curar as suas feridas, carregá-las no colo se necessário for. O primeiro passo, de quem deseja fazer parte do rebanho do Senhor, é a conversão do coração, a conversão nos coloca nos braços do Bom Pastor! Quem ama e sente amado pelo o Bom Pastor, sabe distinguir a sua voz em meio as vozes dos falsos pastores, aqueles que tentam sobrepor a sua voz. Como ovelhas pertencentes ao rebanho do Senhor da vida, devemos ser promotores de vida, acolhendo as ovelhas que se perderam, mas que querem retornar ao convívio do Bom Pastor, o que não significa, concordar com os erros destas ovelhas e sim, acreditar, que uma pessoa, criada à imagem e semelhança de Deus, pode mudar de vida. No final do evangelho, Jesus fala fundo ao nosso coração ao nos assegurar: “Meu Pai que me deu estas ovelhas, é maior que todos, e ninguém pode arrebatá-las da mão do Pai.”
QUE DEUS ABENÇOE A TODOS!
FIQUEM NA PAZ DE JESUS!
Quando ouvimos falar da figura do Bom Pastor, logo nos vem a imagem de um protetor, daquele que cuida, que afaga, que coloca no colo, que conduz…Quantas coisas bonitas nos falam aquela imagem do Bom Pastor carregando carinhosamente uma ovelha nos seus ombros! Provavelmente, se tratava de uma ovelha frágil, machucada, necessitada de maiores cuidados… E quantas vezes, nos vemos como aquela ovelha sendo carregada pelo o Bom Pastor! É assim, que sentimos nos momentos de fragilidades: totalmente dependentes dos cuidados do Pastor, daquele que quer cuidar de nós, que nunca nos perderá de vista! A palavra de Deus, que chega até a nós, no evangelho de hoje, nos desperta sobre a importância da escuta, da escuta atenta da voz do Bom Pastor, não podemos confundi-la com as vozes daqueles que se dizem pastores, mas que na verdade não passam de mercenários…Como Bom Pastor, Jesus se apresenta como a única porta de entrada para o coração do Pai! Porta esta, que significa acesso, caminho, quem recusa a passar por esta porta que é Jesus, não participará do Banquete preparado pelo o Pai! O Pai, no seu infinito amor, nos entregou aos cuidados do Filho, o Bom Pastor, este, por sua vez, nos acolheu com o mesmo amor do Pai, nos colocando acima de sua própria vida! Ao se colocar como o Bom Pastor, Jesus deixa claro que Ele é um Pastor, totalmente diferente dos que se dizem pastor, mas não tem compromisso com o bem estar de suas ovelhas. Ao contrário destes “pastores,” Jesus não quer que nenhuma de suas ovelhas se perca, e, se por ventura, alguma delas desviar do caminho, seduzida por estes falsos pastores, Ele vai à sua procura, não desiste de esperar pelo seu retorno, estará sempre de braços abertos para acolhê-la de volta, pois para o Bom Pastor, não existe caminho sem volta e nem ponto final para uma história de amor! É importante termos em mente: Não basta reconhecer Jesus como o Bom Pastor, é preciso conhecer a sua voz, diferencia-la em meio a este barulho ensurdecedor do mundo… A todos nós, que confiamos em Jesus, fica o grande desafio: sermos perseverantes na fé em meio as inverdades do mundo, não podemos deixar que a voz dos falsos pastores, sobreponha a voz do verdadeiro Pastor que é Jesus. Escutar e colocar em prática os ensinamentos de Jesus, é ser uma ovelha fiel ao Bom Pastor! Fiéis ao Bom Pastor, estaremos amparados, protegidos, contra os falsos pastores, aqueles que tentam nos seduzir com proposta enganosas, portas largas que a princípio, podem até aparentarem atrativas, mas que nos levam a morte e não a vida. Ainda há pouco, na celebração da Páscoa, tivemos a oportunidade de perceber que quando Jesus dizia, que o Bom Pastor dá a vida pelas suas ovelhas, Ele falava de si mesmo, pois realmente, com a sua vida, Jesus pagou o preço da nossa liberdade, ou seja, Ele é o Pastor que deu a vida pelas suas ovelhas, ovelhas estas, que somos nós! A certeza de que nunca seremos arrancados das mãos do Bom Pastor, nos encoraja, nos motiva a irmos mais além, a avançarmos para aguas mais profundas sem medo de naufragarmos…Jesus é o único Pastor que nos conduz para as “pastagens verdadeiras”, onde encontraremos a vida em plenitude! Ao doar a vida pelas ovelhas que o Pai lhe confiara, Jesus nos deu a maior prova de amor, diante de tão grande prova de amor, perguntemo-nos: O que temos feito da nossa vida que custou a vida de Jesus?
QUE DEUS ABENÇOE A TODOS!
FIQUEM NA PAZ DE JESUS!
Por Olívia Coutinho
Somos pequenos, mas o eterno cabe em nós, quando fazemos da nossa vida uma oferta de amor!